domingo, 25 de janeiro de 2015

A INEPTOCRACIA ALAGOANA


O Brasil é um País que ainda não dá a devida importância à meritocracia. Na política então, isso é quase que uma ofensa. Tudo fica na base de acordos e apadrinhamentos do período eleitoral.

Evidente que tem aqueles que conseguem no próprio grupo político, achar quadros para compor a sua equipe, secretariado, e parte técnica necessária para os trâmites diários no assessoramento de um político,  mas sua maioria fica no quanto mais incompetente, porém puxa-saco, melhor.

A notícia de que o deputado diplomado que ao invés de recorrer aos cabos eleitorais para ocupar os cargos de seu gabinete,  optou por contratar uma empresa para selecionar seus futuros assessores com base no perfil técnico, chama atenção na mídia, porque nunca é dessa forma.

Ele ainda disse: “Busco profissionais altamente capacitados. Não me interessam cabos eleitorais para a próxima eleição. Quero fazer gabinete com profissionais eficientes e que abracem as causas. Qualquer pessoa que se encaixasse nas exigências poderia enviar currículos”. 

Enquanto isso, aqui em terras alagoanas, em seu grande último ato como Governador, Teotônio Vilela Filho, assinou nomeação do então deputado e Presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Fernando Toledo, como novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.

Estamos falando de um deputado cujo sua administração deixou faltar até papel higiênico na sede da ALE e que mantém os servidores efetivos - não os comissionados - com os salários atrasados, dentre outros escândalos. Agora ele será responsável por fiscalizar as contas do Estado e dos municípios alagoanos. 

É isso que nossa política ensina, não precisa ser competente, basta estar nos lugares certos, na hora certa - digamos assim -, que a mágica acontece.


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