segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ANTES DE REELEGER UM DEPUTADO, PENSE NISSO

Li essa semana um artigo no Jornal Extra de Alagoas de uma funcionária aposentada pela Assembleia Legislativa (ALE) onde ela conta como é sofrível a vida do funcionário público daquela casa. Dos escândalos já conhecemos, mas o fiasco da gestão da mesa diretora (responsável por toda movimentação financeira da casa) ainda é pouco conhecido, chega a ser desumano para com aquele corpo técnico que se dedica diariamente as suas funções sem saber ao certo quando e se vão receber seus vencimentos em dia.

Por pior que seja não é só isso, segundo o artigo, faltam materiais de expediente, para a copa, material ambulatorial e até papel higiênico, fato esse tratado como piada interna dos próprios parlamentares. Isso tudo já foi relatado pela própria mídia, até pela nacional, mas nada foi feito, onde tudo ainda segue como se nada tivesse acontecido ou acontecesse.

Com um duodécimo milionário é até cômico que a “Casa dos Alagoanos” passe por tamanha pendenga administrativa, falta de compromisso e puro desleixo com a coisa pública, a única coisa que não atrasa nesse imbróglio todo são os salários dos cargos comissionados e o dos próprios deputados.

É relevante lembrar a biblioteca da Assembleia Legislativa que nunca saiu do papel, só mesmo dos cofres, R$ 1 milhão para sua construção, que segundo o deputado Fernando Toledo o repasse nunca existiu.

As matérias foram vinculadas ainda em 2012, trazido novamente pelo jornal Extra através do artigo de Alani Romariz Torres, já se vai dois anos e nenhuma solução, tampouco alguma explicação.

O que diz o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE)?

Aliás... Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa... Tem diferença entre as casas?



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